Setembro mês da Bíblia - Frei Geraldo Bezerra

Amados irmãos e irmãs em Cristo, chegamos mais uma vez ao mês de setembro, que é dedicado a Bíblia, não que seja o mês especial para meditar, celebrar, ler e viver a Palavra, mas, o mês por excelência de refletir mais profundamente sobre a Missão na Bíblia e a Bíblia na Missão” e redescobrir o lugar de Deus na ação evangelizadora da Igreja neste tempo em mudança.

Frei Carlos Mesters, de forma muito simples e profunda fala sobre a Bíblia que deve estar no coração, na mão e na missão, (título de um dos seus livros). Logo percebemos que Bíblia é um livro que se mistura com a vida a vida se mistura com ela. Pensar missão é pensar Bíblia, do contrário não é missão de Deus.

Podemos pensar na metáfora do deserto de João Batista quando pregou preparando os caminhos do Senhor. (Mc 1,1-8)

Dons do Espírito Santo: Dom da Piedade - Igreja Católica

Hoje desejamos meditar sobre um dom do Espírito Santo que muitas vezes é mal entendido ou considerado de modo superficial, mas ao contrário, refere-se ao cerne da nossa identidade e da nossa vida cristã: trata-se do dom da piedade.

É necessário esclarecer imediatamente que este dom não se identifica com a compaixão por alguém, a piedade pelo próximo, mas indica a nossa pertença a Deus e o nosso vínculo profundo com Ele, um elo que dá sentido a toda a nossa vida e que nos mantém firmes, em comunhão com Ele, até nos momentos mais difíceis e atormentados.

Este vínculo com o Senhor não deve ser entendido como um dever ou imposição. É uma ligação que vem de dentro. Trata-se de uma relação vivida com o coração: é a nossa amizade com Deus que nos foi concedida por Jesus, uma amizade que transforma a nossa vida e nos enche de entusiasmo e alegria. Por isso, o dom da piedade suscita em nós, antes de tudo, a gratidão e o louvor

Evangelho Comentado do Dia 01/09/2016 quinta-feira

Primeira Leitura: Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 3,18-23

Irmãos, ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus.  Com efeito, está escrito: “Ele apanha os sábios em sua própria astúcia”, e ainda: “O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos”. Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus. - Palavra do Senhor.

Comentário: Ávidos de sábias dissertações, os coríntios reprovaram em Paulo a simplicidade da pregação. Paulo recorda-lhes que toda “sabedoria” humana é “estultícia diante de Deus” (v. 19). Querer depositar nos homens a própria glória, ainda que estes sejam  apóstolos, significa tornar vã a cruz de Cristo. De resto, acrescenta Paulo, “tudo é vosso” (V.22). Tudo pertence ao cristão, para que possa abrir-se a Cristo, como Cristo ao Pai. Isso quer dizer que o pregador só será compreensível se “cair na terra e morrer”, isto é, se perder para se tornar transparente, inteiramente absorvido por sua função de levar o Cristo. Nada há, pois, de surpreendente, quando dessa morte surge a espiga madura que dá vida ao mundo. (Missal Cotidiano)

Santo Egídio - 01 de Setembro

São poucos os dados que existem sobre a vida de Egídio. Mas, com certeza, sabemos que ele era grego e pertencia a uma rica família da nobreza de Atenas. Depois da morte de seus pais, decidiu ser um ermitão, para viver na pobreza e totalmente dedicado a Deus. Para isso, distribuiu todos os bens que herdou entre os pobres e doentes e viveu isolado na oração e penitência, sendo agraciado pelo Espírito Santo com os dons especiais da cura, da sabedoria e dos milagres.

Um dos primeiros milagres a ele atribuídos diz que, certo dia, encontrou na porta de uma igreja um mendigo muito doente e esfarrapado. Penalizado com a situação do pobre, Egídio cobriu-o com seu velho manto e, naquele instante, um prodígio aconteceu: o homem, que até então agonizava, levantou-se completamente curado. Curas como essa se repetiram e multiplicaram-se de tal forma que ele ganhou fama de santidade. Os devotos passaram a procurá-lo com frequência, então Egídio decidiu partir.

Liturgia Diária Comentada 01/09/2016 quinta-feira

22ª Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Prefácio próprio - Ofício do dia
Cor: Verde - Ano “C” Lucas

Santo do Dia: EGÍDIO

Antífona: Antífona: Salmo 85,3.5 - Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam.

Oração do Dia: Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convoco para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Papa Francisco: A Família de Nazaré - Catequeses sobre a Família

O Sínodo dos Bispos sobre a Família, recém-celebrado, foi a primeira etapa de um caminho, que terminará em Outubro próximo com a celebração de mais uma Assembleia sobre o tema «Vocação e missão da família na Igreja e no mundo». A oração e a reflexão que devem acompanhar este caminho comprometem todo o Povo de Deus. Gostaria que também as habituais meditações das audiências de quarta-feira se inserissem neste caminho comum. Por isso, decidi ponderar convosco, durante este ano, precisamente sobre a família, sobre este dom grandioso que o Senhor ofereceu ao mundo desde os primórdios, quando conferiu a Adão e Eva a missão de se multiplicar e encher a terra (cf. Gn 1, 28). Um dom que Jesus confirmou e selou no seu Evangelho.

A proximidade do Natal acende uma luz forte sobre este mistério. A encarnação do Filho de Deus abre um novo início na história universal do homem e da mulher. E este novo início tem lugar no seio de uma família, em Nazaré. Jesus nasceu numa família. Ele podia ter vindo de modo espetacular, ou como um guerreiro, um imperador... Mas não: veio como filho, numa família. Isto é importante: ver no presépio esta cena tão bonita!

Tirando duvidas sobre a Igreja Católica

As respostas fornecidas na coluna “TIRANDO DUVIDAS” sempre estarão respaldadas na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja Católica, portanto fique certo que você terá uma resposta de acordo com os ensinamentos da Igreja. A pagina será atualizada periodicamente, tire suas duvidas enviando um e-mail para: ocristaocatolico@gmail.com e para dar sua opinião use o campo destinado a comentários. 

O que é indulgência plenária? Como alcançá-la no Ano da Misericórdia?

A doutrina e o uso das indulgências na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na Revelação divina, e vem dos Apóstolos.

“Indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida aos pecados já perdoados quanto à culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança por meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos”. (Norma 1 do Manual das Indulgências)

O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: “Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados”. (n. 1498)

Liturgia Diária Comentada 31/08/2016 quarta-feira

22ª Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Prefácio próprio - Ofício do dia
Cor: Verde - Ano “C” Lucas

Santo do Dia: RAIMUNDO NONATO

Antífona: Antífona: Salmo 85,3.5 - Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam.

Oração do Dia: Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convoco para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

“Ninguém fica órfão quando atraído por Jesus” - Papa Francisco

“És tu o Messias?”

Esta pergunta, que escribas e fariseus repetirão várias vezes, observou Francisco, nasce de um coração cego. Uma cegueira de fé que o próprio Jesus explica: “vós não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas”. Fazer parte do rebanho de Deus é uma graça, mas é necessário um coração disponível:

“‘As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão’. Essas ovelhas estudaram para seguir Jesus e depois acreditaram? Não. ‘Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos’. É propriamente o Pai que dá as ovelhas ao pasto. É o Pai que atrai os corações para Jesus”.

São Raimundo Nonato - 31 de Agosto


São Raimundo nasceu em Portell, na Catalunha, Espanha, em 1200. Seus pais eram nobres, porém não tinham grandes fortunas. O seu nascimento aconteceu de modo trágico: sua mãe morreu durante os trabalhos de parto, antes de dar-lhe à luz. Por isso Raimundo recebeu o nome de Nonato, que significa não-nascido de mãe viva, ou seja, foi extraído vivo do corpo sem vida dela.

Dotado de grande inteligência, fez com certa tranqüilidade seus estudos primários. O pai, percebendo os dotes religiosos do filho, tratou de mandá-lo administrar uma pequena fazenda de propriedade da família. Com isso, queria demovê-lo da idéia de ingressar na vida religiosa. Porém as coisas aconteceram exatamente ao contrário.

São Raimundo, no silêncio e na solidão em que vivia, fortificou ainda mais sua vontade de dedicar-se unicamente à Ordem de Nossa Senhora das Mercês, fundada por seu amigo Pedro Nolasco, agora também santo. A Ordem tinha como principal finalidade libertar cristãos que caíam nas mãos dos mouros e eram por eles feitos escravos. Nessa missão, dedicou-se de coração e alma.

Apesar da dificuldade, conseguiu o consentimento do pai e, finalmente, em 1224, ingressou na Ordem, recebendo o hábito das mãos do próprio fundador. Ordenou-se sacerdote e seus dotes de missionário vieram à tona, dedicando-se nessa missão de coração e alma. Por isso foi mandado em missão à Argélia, norte da África, para resgatar cristãos das mãos dos muçulmanos. Conseguiu libertar cento e cinquenta escravos e devolvê-los às suas famílias.

Quando se ofereceu como refém, sofreu no cativeiro verdadeiras torturas e humilhações. Mas mesmo assim não abandonou seu trabalho. Levava o conforto e a Palavra de Deus aos que sofriam mais do que ele e já estavam prestes a renunciar à fé em Jesus. Muitas foram as pessoas convertidas por ele, o que despertou a ira dos magistrados muçulmanos, os quais mandaram que lhe perfurassem a boca e colocassem cadeados, para que Raimundo nunca mais pudesse falar e pregar a doutrina de Cristo.

São Raimundo sofreu durante oito meses essa tortura até ser libertado, mas com a saúde abalada. Quando chegou à pátria, na Catalunha, em 1239, logo foi nomeado cardeal pelo papa Gregório IX, que o chamou para ser seu conselheiro em Roma. Empreendeu a viagem no ano seguinte, mas não conseguiu concluí-la. Próximo de Barcelona, na cidade de Cardona, já com a saúde debilitada pelos sofrimentos do cativeiro, São Raimundo Nonato foi acometido de forte febre e acabou morrendo, em 31 de agosto de 1240, quando tinha, apenas, quarenta anos de idade.

São Raimundo Nonato foi sepultado naquela cidade e o seu túmulo tornou-se local de peregrinação, sendo, então, erguida uma igreja para abrigar seus restos mortais. Seu culto propagou-se pela Espanha e pela Europa, sendo confirmado por Roma em 1681. Foi canonizado pelo Papa Alexandre VII em 1657 e sua festa litúrgica celebra-se em 31 de agosto. São Raimundo Nonato, devido à condição difícil do seu nascimento, é venerado como Padroeiro das Parturientes, das Parteiras e dos Obstetras.


Oração

Gloriosos são Raimundo, ninguém melhor que vós saberá compadecer-se das dores e perigos dum parto difícil, pois, cedendo à violência dos sofrimentos, vossa própria mãe perdeu a vida e só por milagre fostes dela extraído. Eia pois, meu santo, já que me encontro neste estado delicado, a vós confiadamente recorro para que eu possa completar com felicidade o número dos meus dias e produzam minha entranhas, livre e sã, a prole que com a bênção divina concebi, a qual, regenerada pelo batismo, venha com o tempo aumentar o número dos que fielmente servem ao Senhor.

Não me desprezeis, glorioso santo, de vós ouvi dizer que a nenhuma deixastes sem amparo nestas circunstâncias compadecei-vos dos meus lamentos, pois embora me alcance a justa sentença que meu Senhor deu a Eva dar à luz os filhos com dores e trabalhos, espero, com a vossa poderosa intercessão, obter da benignidade de Deus, pela Santíssima Paixão e morte de Jesus, moderação e lenitivo em minhas dores, e no momento oportuno, um parto feliz, para aumento da grei cristã e maior glória de Nosso Senhor Jesus Cristo, a cuja vontade resigno totalmente a minha. Amém.

Fonte: Edições Paulinas – Portal Católico
Foto retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.

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Jesus é o caminho, mas muitos cristãos são teimosos - Papa Francisco

A vida da fé é um caminho e ao longo dele se encontram vários tipos de cristãos. O Papa fez uma breve lista deles: cristãos-múmias, cristãos errantes, cristãos teimosos, cristãos meio-termo - aqueles que se encantam diante de um belo panorama e ficam parados. Gente que por uma ou outra razão se esqueceu que o único caminho justo - como recorda o Evangelho do dia - é Jesus, que confirma a Tomé: “Eu sou o caminho, quem me viu, viu o Pai”.

“Múmias espirituais”

Francisco examinou cada uma destas tipologias de cristãos confusos, começando antes de tudo pelo cristão que ‘não caminha’, que dá a ideia de ser um pouco ‘embalsamado’:

Beato Eustáquio van Lieshout - 30 de Agosto

Humberto van Lieshout, mais tarde conhecido como Padre Eustáquio, nasceu no dia 3 de novembro de 1890, em Aarle Rixtel, na Holanda. Em 1913, ingressou na Congregação dos Sagrados Corações e, no dia 10 de agosto de 1919, foi ordenado sacerdote. Foi Mestre de Noviços, vigário paroquial, cuidando de famílias belgas que, em 1914, tiveram que deixar a Pátria por causa da invasão alemã.

Foi enviado como missionário para a Espanha em 1924 e, no ano seguinte, ao Rio de Janeiro (Brasil). Em 1925, assumiu, com outros missionários, a pastoral do Santuário da Abadia de Água Suja e outras paróquias de Diocese de Uberaba/MG, e atendimento a outras comunidades. Em 26 de março de 1926, foi nomeado Reitor do Santuário Nossa Senhora da Abadia e Conselheiro da Congregação dos Sagrados Corações no Brasil.

Liturgia Diária Comentada 30/08/2016 terça-feira Igreja Católica

22ª Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Prefácio próprio - Ofício do dia
Cor: Verde - Ano “C” Lucas


Antífona: Antífona: Salmo 85,3.5 - Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam.

Oração do Dia: Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convoco para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Cores Litúrgicas da Igreja Católica

Quando vamos à Igreja, notamos que o altar, o ambão e até mesmo a estola usada pelo sacerdote combinam todos com uma mesma cor. Percebemos também que a cor varia dependendo da celebração. Se acontecer de, no mesmo dia, formos a duas igrejas diferentes comprovaremos que ambas utilizam a mesma cor.

Dessa forma, concluímos que as cores possuem algum significado para a Igreja. Na verdade, a cor usada em certo dia é válida para toda a Igreja, que obedece a um mesmo calendário litúrgico. Conforme a missa do dia - indicada pelo calendário - fica estabelecida determinada cor.

Mas o que simbolizam essas cores?

Oração da 22ª Semana do Tempo Comum da Igreja Católica

Amizade é fogo que não se apaga

Um homem, que assiduamente comparecia às reuniões de um grupo de Amigos, sem comunicar a ninguém, deixou de participar de suas atividades. Depois de algumas semanas, um Amigo, integrante desse grupo, decidiu visitá-lo.

Era uma noite muito fria...

O Amigo o encontrou na sua casa, sozinho, sentado diante da lareira, onde o fogo estava brilhante e acolhedor. Adivinhando o motivo da visita do seu Amigo, deu-lhe as boas vindas e, aproximando-se da lareira, ofereceu-lhe uma cadeira grande em frente à chaminé e, ficou quieto, esperando. Nos minutos seguintes houve um grande silêncio. Os dois homens somente admiravam a dança das chamas, em volta dos troncos de lenha que queimavam.

Martírio de São João Batista - 29 de agosto

Ó Deus, quisestes que São João Batista fosse o precursor do nascimento e da morte do Vosso Filho; como ele tombou na luta pela justiça e a verdade, fazei-nos também lutar corajosamente para testemunhar a Vossa Palavra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Jesus deu testemunho a respeito de São João: “Em verdade, eu vos digo, entre todos os nascidos de mulher não surgiu quem fosse maior que João Batista” – Mt.11,11. No Salmo 118,46 é antecipado em verso e prosa qual seria a missão do precursor de Jesus: “Diante dos reis falarei de vossas prescrições, e não me envergonharei”.

A festa da natividade de São João Batista ocorre no dia 24 de junho. Ela faz parte da tradição dos cristãos como esta que celebramos hoje, do martírio de são João Batista. No calendário litúrgico da Igreja, esta comemoração iniciou na França, no século V, sendo introduzida em Roma no século seguinte. A origem da comemoração foi a construção de uma igreja em Sebaste, na Samaria, sobre o local indicado como o do túmulo de são João Batista.

João era primo de Jesus e foi quem melhor soube levar ao povo a palavra do Mestre. Jesus dedicou-lhe uma grande simpatia e respeito, como está escrito no evangelho de são Lucas: "Na verdade vos digo, dentre os nascidos de mulher, nenhum foi maior que João Batista". João Batista foi o precursor do Messias. Foi ele que batizou Jesus no rio Jordão e preparou-lhe o caminho para a pregação entre o povo. Não teve medo e denunciou o adultério do rei Herodes Antipas, que vivia na imoralidade com sua cunhada Herodíades.

A ousadia do profeta despertou a ira do rei, que imediatamente mandou prendê-lo. João Batista permaneceu na prisão de Maqueronte, na margem oriental do mar Morto, por três meses. Até que, durante uma festa no palácio daquela cidade, a filha de Herodíades, Salomé, instigada pela ardilosa e perversa mãe, dançou para o rei e seus convidados. A bela moça era uma exímia dançarina e tinha a exuberância da juventude, o que proporcionou a todos um estonteante espetáculo.

No final, ainda entusiasmado, o rei Herodes disse que ela poderia pedir o que quisesse como pagamento, porque nada lhe seria negado. Por conselho da mãe, ela pediu a cabeça de João Batista numa bandeja. Assim, a palavra do rei foi mantida. Algum tempo depois, o carrasco trazia a cabeça do profeta em um prato, entregando-a para Salomé e para sua maldosa mãe. O martírio por decapitação de são João Batista, que nos chegou narrado através do evangelho de são Marcos, ocorreu no dia 29 de agosto, um ano antes da Paixão de Jesus.

Ainda segundo o evangelista Marcos, João Batista, antes de ser decapitado, exultou em voz alta: "Agora a minha felicidade será completa; ele deve crescer, eu, ao contrário, diminuirei". Encerrou, com o martírio, a sua missão de profeta precursor do Messias.

A comemoração litúrgica da Decapitação de São João Batista é quase tão antiga quanto as comemorações de seu nascimento, que é uma das festas mais antigas, se não a mais antiga, a serem introduzidas nas liturgias do oriente e do ocidente para homenagear um santo.

Fonte: Edições Paulinas – Missal Cotidiano
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Liturgia Diária Comentada 29/08/2016 segunda-feira

22ª Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Prefácio próprio - Ofício da Memória
Cor: Vermelho - Ano “C” Lucas

Memória Obrigatória: JOÃO BATISTA - Martírio

Antífona: Antífona: Salmo 118,46-47 Diante dos reis falo da vossa aliança, sem temer a vergonha. Encontro alegria em vossos preceitos, porque muito os amo.

Oração do Dia: Ó Deus, quisestes que São João Batista fosse o precursor do nascimento e da morte do vosso Filho; como ele tombou na luta pela justiça e a verdade, fazei-nos também lutar corajosamente para testemunhar a vossa palavra. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Santa Rosália - 04 de Setembro

Rosália nasceu no ano de 1125, em Palermo, na Sicília, Itália. Era filha de Sinibaldo, rico feudatário, senhor da região dos montes "da Quisquínia e das Rosas", e de Maria Guiscarda, sobrinha do rei normando Rogério II. Portanto Rosália era muito rica e vivia numa Corte muito importante da época. Durante a adolescência, foi ser dama da Corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sicília, que apreciava sua companhia amável e generosa. Porém nada disso a atraía ou estimulava. Sabia que sua vocação era servir a Deus e ansiava pela vida monástica.

Aos quatorze anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a Corte e refugiou-se, solitária, numa caverna nos arredores de Palermo. O local pertencia ao feudo paterno e era um local ideal para a reclusão monástica. Ficava próximo do Convento dos beneditinos, que possuía uma pequena igreja anexa. Assim, mesmo vivendo isolada, podia participar das funções litúrgicas e receber orientação espiritual.

Depois, a jovem ermitã transferiu-se para uma gruta no alto do monte Pelegrino, que lhe fora doado pela amiga, a rainha Margarida. Lá já existia uma pequena capela bizantina e, também, nos arredores, os beneditinos com outro Convento. Eles puderam acompanhar e testemunhar com seus registros a vida eremítica de Rosália, que viveu em oração, solidão e penitência. Muitos habitantes do povoado subiam o monte atraídos pela fama de santidade da ermitã. Até que, no dia 4 de setembro de 1160, Rosália morreu, na sua gruta de monte Pelegrino, em Palermo.

Vários milagres foram atribuídos à intercessão de santa Rosália, como a extinção da peste que no século XII devastava a Sicília. O seu culto difundiu-se, enormemente, entre os fiéis, que a invocavam como padroeira de Palermo, embora para muitos essa celebração fosse apenas uma antiga tradição oral cristã, por falta de sinais reais da vida da santa. Sinais que o estudioso Otávio Gaietani não conseguiu encontrar antes de morrer, em 1620.

Só três anos depois tudo foi esclarecido, parece que pela própria santa Rosália. Consta que ela teria aparecido a uma mulher doente e contado onde estavam escondidos os seus restos mortais. Essa mulher comunicou aos frades franciscanos do convento próximo de monte Pelegrino, os quais, de fato, encontraram suas relíquias no local indicado, no dia 15 de junho de 1624.

Quarenta dias após a descoberta dos ossos, dois pedreiros, trabalhando no Convento dos dominicanos de Santo Estêvão de Quisquínia, acharam numa gruta uma inscrição latina, muito antiga, que dizia: "Eu, Rosália Sinibaldi, filha das rosas do Senhor, pelo amor de meu Senhor Jesus Cristo decidi morar nesta gruta de Quisquínia". Isso confirmou todos os dados pesquisados pelo falecido Gaietani.

A autenticidade das relíquias e da inscrição foi comprovada por uma comissão científica, reacendendo o culto a santa Rosália, padroeira de Palermo. Contribuiu para isso, também, o papa Ubaldo VIII, que incluiu as duas datas no Martirológio Romano, em 1630. Assim, santa Rosália é festejada em 15 de junho, data em que suas relíquias foram encontradas, e em 4 de setembro, data de sua morte. A urna com os restos mortais de santa Rosália está guarda no Duomo de Palermo, na Sicília, Itália.

Oração

Gloriosa santa Rosália, que despojastes de todas as vaidades vãs deste mundo para vos dedicar inteiramente a uma vida de penitência e orações, temendo desagradar a Deus com as ocasiões de pecado que o mundo nos oferece, peço-vos, com toda a alma, vossa contínua proteção contra os embustes do Inimigo de Deus, que anda ao nosso redor - e mais que nunca em nossos dias, pronto para devorar vorazmente as almas. Dai-me o espírito da piedade, oração constante e que nos momentos de solidão e provações possa eu portar-me dignamente para poder um dia merecer os momentos felizes e eternos. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Fonte: Edições Paulinas
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Liturgia Diária Comentada 28/08/2016 22º Domingo do Tempo Comum

22º Domingo do Tempo Comum - 2ª Semana do Saltério
Prefácio Comum - Ofício do dia – Glória e Creio
Cor: Verde - Ano “C” Lucas


Antífona: Antífona: Salmo 85,3.5 - Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam.

Oração do Dia: Deus do universo, fonte de todo bem, derramai em nossos corações o vosso amor e estreitai os laços que nos unem convoco para alimentar em nós o que é bom e guardar com solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Astúcia Feminina - Humor Católico

Os gregos diziam que as mulheres tinham algo que eles invejavam: astúcia!

Qualquer coisa que você der a uma mulher, ela vai fazer algo fabuloso.

- Dê um espermatozoide e ela vai lhe dar um filho.
- Dê uma casa e ela vai lhe dar um lar.
- Dê alimentos e ela vai lhe dar uma refeição deliciosa.
- Dê um sorriso e ela vai dar o seu coração.

A escolha do último lugar - Reflexão 22º Domingo Comum “C”

A escolha do último lugar


A morte de Cristo nos apresenta o Deus "novo", o Deus cuja sabedoria é imprevisível e impensável, tão distante da sabedoria humana que ninguém poderia encontrá-la.

O início da verdadeira sabedoria, diz-nos aquele que perscruta os pensamentos de Deus, é o reconhecimento de que a fonte da verdade não está naquilo que o homem experimenta ou deseja espontaneamente. Deus oferece a glória não aos poderosos mas, aos fracos; cerca de dúvida e de mistério os que presumem além de suas possibilidades.

Roteiro Homilético 22º Domingo do Tempo Comum Ano “C”

Primeira Leitura

Livro do Eclesiástico 3,19-21.30-31 (gr. 17 -18.20.28-29)

Muitos procuram a vitória desta vida na grandeza, na vaidade e na ostentação, julgando que a sua existência vale segundo a impressão que causam nos outros. Ben-Sirá, divinamente inspirado, dá-nos um conselho simples e eficaz: Faz-te pequeno e alcançarás o favor de Deus.

A leitura contém versículos respigados do capítulo 3 do Sirácida, ou Eclesiástico (na designação cristã), que são uma apologia da virtude da humildade. O texto litúrgico passa à frente aquelas passagens que poderiam ser hoje mal entendidos, como o desejo de querer sempre saber mais, que é apresentado isto como um «perigo», e mesmo aquele célebre adágio: «quem amam o perigo nele perecerá» (v. 25). 

Santo Agostinho de Hipona - Doutor da Igreja - 28 de agosto

Respirai em mim, ó Espírito Santo, para que todos os meus pensamentos possam ser santos. Agi em mim, ó Espírito Santo, para que meu trabalho também possa ser santo. Aproximai-vos do meu coração, ó Espírito Santo, para que eu só ame o que for santo. Fortalecei-me, ó Espírito Santo, para que eu defenda tudo o que for santo. Guardai-me, pois, ó Espírito Santo, para que eu sempre possa ser santo. Amém!

Aurélio Agostinho nasceu, no dia 13 de novembro de 354, na cidade de Tagaste, na província de Souk Ahras, hoje região da Argélia, na África. Era o primogênito de Patrício, um pequeno proprietário de terras, pagão. Sua mãe, ao contrário, era uma devota cristã, que agora celebramos como santa Mônica, no dia 27 de agosto. Mônica procurou criar o filho no seguimento de Cristo. Não foi uma tarefa fácil. Aliás, ela até adiou o seu batismo, receando que ele o profanasse. Mas a exemplo do provérbio que diz que "a luz não pode ficar oculta", ela entendeu que Agostinho era essa luz. 

Aos dezesseis anos de idade, com a ajuda de Romariano, Agostinho foi enviado para Cartago para estudar retórica. Na oportunidade, envolveu-se com a heresia maniqueísta e também passou a conviver com uma moça cartaginense, que lhe deu, em 372, um filho, Adeodato. Assim era Agostinho, um rapaz inquieto, sempre envolvido em paixões e atitudes contrárias aos ensinamentos da mãe e dos cristãos. Possuidor de uma inteligência rara, depois da fase de desmandos da juventude centrou-se nos estudos e formou-se, brilhantemente, em retórica. Excelente escritor dedicava-se à poesia e à filosofia.

Em 373 foi professor de gramática em Tagaste e em 375 foi para Cartago para ser professor de retórica. Em 383 Agostinho foi para Roma, onde abriu uma escola de retórica. Foi convidado para ser professor dessa matéria e de gramática em Milão. O motivo que o levou a aceitar o trabalho em Milão era poder estar perto do agora santo bispo Ambrósio, poeta e orador, por quem Agostinho tinha enorme admiração. Assim, passou a assistir aos seus sermões. Primeiro, seu interesse era só pelo conteúdo literário da pregação; depois, pelo conteúdo filosófico e doutrinário. Aos poucos, a pregação de Ambrósio tocou seu coração e ele se converteu, passando a combater a heresia maniqueísta e outras que surgiram. Foi batizado, junto com o filho Adeodato, pelo próprio bispo Ambrósio, na Páscoa do ano de 387. Portanto, com trinta e três e quinze anos de idade, respectivamente.

Um fato contribuiu na conversão de Agostinho. Conta ele em seu livro “Confissões” que um dia estando em um jardim em Milão ouviu a voz de um menino que cantava “Tolle, lege” – toma e lê – e como aquela voz não saia de sua cabeça, ele como que por impulso abriu a carta de São Paulo aos romanos e leu: “Comportemo-nos honestamente, como em pleno dia: nada de orgias, nada de bebedeira; nada de desonestidades nem dissoluções; nada de contendas, nada de ciúmes. Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não façais caso da carne nem lhe satisfaçais aos apetites.” (Rm 13,13-14)  

Nessa época, Agostinho passou por uma grande provação: seu filho morreu. Era um menino muito inteligente, a quem dedicava muita atenção e afeto. Decidiu, pois, voltar com a mãe para sua terra natal, a África, mas Mônica também veio a falecer, no porto de Óstia, não muito distante de Roma. Depois do sepultamento da mãe, Agostinho prosseguiu a viagem, chegando a Tagaste em 388. Lá, decidiu-se pela vida religiosa e, ao lado de alguns amigos, fundou uma comunidade monástica, cujas Regras escritas por ele deram, depois, origem a várias Ordens, femininas e masculinas. Porém o então bispo de Hipona decidiu que "a luz não devia ficar oculta" e convidou Agostinho para acompanhá-lo em suas pregações, pois já estava velho e doente. Para tanto ele consagrou Agostinho sacerdote e, logo após a sua morte, em 397, Agostinho foi aclamado pelo povo como novo bispo de Hipona.

Por trinta e quatro anos Agostinho foi bispo daquela diocese, considerado o pai dos pobres, um homem de alta espiritualidade e um grande defensor da doutrina de Cristo. Na verdade, foi definido como o mais profundo e importante filósofo e teólogo do seu tempo. Sua obra iluminou quase todos os pensadores dos séculos seguintes. Escreveu livros importantíssimos, entre eles sua autobiografia, "Confissões", e "Cidade de Deus".

Depois de uma grave enfermidade, morreu amargurado, aos setenta e seis anos de idade, em 28 de agosto de 430 em Hipona/Argélia, pois os bárbaros haviam invadido sua cidade episcopal. Em 725, o seu corpo foi transladado para Pavia, Itália, sendo guardado na igreja São Pedro do Céu de Ouro, próximo do local de sua conversão. Santo Agostinho recebeu o honroso título de Doutor da Igreja. É celebrado no dia 15 de junho no Oriente e em 28 de agosto no Ocidente. É padroeiro dos teólogos.

Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser. (Santo Agostinho)

Fonte: Edições Paulinas – Wikipédia – Orações.info
Foto retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.

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Evangelho Comentado do Dia 27/08/2016 sábado 21ª Semana Comum

Memória Obrigatória: Santa MÔNICA

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25,14-30

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: “Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. Mas aquele que havia recebido um só saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados.

Ó Cruz de Cristo! - Oração do Papa Francisco

Ó Cruz de Cristo, símbolo do amor divino e da injustiça humana, ícone do sacrifício supremo por amor e do egoísmo extremo por insensatez, instrumento de morte e caminho de ressurreição, sinal da obediência e emblema da traição, patíbulo da perseguição e estandarte da vitória.

Ó Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos erguida nas nossas irmãs e nos nossos irmãos assassinados, queimados vivos, degolados e decapitados com as espadas barbáricas e com o silêncio velhaco.

O Cruz de Cristo, ainda hoje te vemos nos rostos exaustos e assustados das crianças, das mulheres e das pessoas que fogem das guerras e das violências e, muitas vezes, não encontram senão a morte e muitos Pilatos com as mãos lavadas.

Idolatrias do nosso tempo nos tornam cristãos medíocres - Papa Francisco

Reflexão do papa Francisco sobre o significado de separar e padecer nos dias de hoje.

SEPARAR

 “Nós nos separamos quando não somos dóceis à Palavra do Senhor, quando não vivemos a fraternidade entre nós, quando competimos para ocupar os primeiros lugares, quando não encontramos a coragem de testemunhar a caridade, quando não somos capazes de oferecer esperança”.

A Eucaristia nos permite não nos separarmos, pois é o vínculo da comunhão, é o cumprimento da Aliança, sinal vivo do amor de Cristo que se humilhou e aniquilou, para que permanecêssemos unidos. 

Liturgia Diária Comentada 27/08/2016 sábado Santa Mônica

Liturgia Diária Comentada 27/08/2016 sábado
21ª Semana do Tempo Comum - 4ª Semana do Saltério
Prefácio comum ou dos Santos - Ofício da Memória
Cor: Branco - Ano “C” Lucas

Memória Obrigatória: Santa MÔNICA

Antífona: Antífona: Pr 31,30.28 A mulher que teme a Deus será louvada; seus filhos a proclamam feliz e seu marido a elogia.

Oração do Dia: Ó Deus, consolação dos que choram, que acolhestes misericordioso as lágrimas de santa Mônica pela conversão de seu filho Agostinho, dai-nos, pela intercessão de ambos, chorar os nossos pecados e alcançar o vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Santa Mônica - 27 de agosto

Ó Deus, consolação dos que choram, que acolhestes misericordioso as lágrimas de santa Mônica pela conversão de seu filho Agostinho, dai-nos, pela intercessão de ambos, chorar os nossos pecados e alcançar o vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

Evangelho Comentado do Dia 26/08/2016 sexta-feira


Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25,1-13

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: ”O Reino dos Céus é como a história das dez jovens que pegaram suas lâmpadas de óleo e saíram ao encontro do noivo. Cinco delas eram imprevidentes, e as outras cinco eram previdentes. As imprevidentes pegaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo consigo. As previdentes, porém, levaram vasilhas com óleo junto com as lâmpadas.

O noivo estava demorando e todas elas acabaram cochilando e dormindo. No meio da noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo está chegando. Ide ao seu encontro!’ Então as dez jovens se levantaram e prepararam as lâmpadas. As imprevidentes disseram às previdentes: ‘Dai-nos um pouco de óleo, porque nossas lâmpadas estão se apagando’. As previ­dentes responderam: ‘De modo nenhum, porque o óleo pode ser insuficiente para nós e para vós. É melhor irdes comprar aos vendedores’.