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Roteiro Homilético 16º Domingo do Tempo Comum Ano “A” Mateus

Introdução ao espírito da Celebração

Cansados pelo trabalho do dia a dia, aqui estamos junto do Senhor para, num diálogo amoroso, Lhe transmitirmos as nossas preocupações e escutarmos a Sua voz.

Os problemas podem ser muitos, as dificuldades podem parecer de difícil solução. Mas com o Espírito Santo que o Senhor nos envia, com a presença maternal de Nossa Senhora, encontraremos de novo a alegria de viver. 

Primeira Leitura

Livro da Sabedoria 12,13.16-19

Deus Todo Poderoso é indulgente para conosco. Procuremos também nós proceder do mesmo modo para com o próximo.

A leitura, extraída da terceira e última parte do livro da Sabedoria (Sab 10 –19), em que se descreve a presença da Sabedoria na história do povo de Israel, deixa ver como Deus, que é justo, mostra tanto a sua justiça punindo os maus (aqui trata-se dos egípcios – cap. 11– e dos cananeus – cap. 12), como também mostra a sua «indulgência» (v. 18), ao inspirar, após o pecado, a contrição (v. 19).

Segunda Leitura

Carta de São Paulo aos Romanos 8,26-27

Na nossa oração peçamos ao Senhor nos ensine a pedir não segundo a nossa vontade mas sim segundo a vontade de Deus.

Os dois versículos da leitura põem em evidência o papel do Espírito Santo na alma do fiel, vindo em auxílio da nossa fraqueza: Ele sabe da nossa incapacidade para nos dirigirmos a Deus; habitando na alma justificada. Suscita e facilita gemidos inefáveis – «gemidos que se não podem descrever» –, que constituem a vida de oração das almas contemplativas. Ele conduz a alma, de modo misterioso mas eficaz, pelo caminho da perfeita identificação com «a vontade de Deus».

Evangelho

Segundo Mateus 13,24-43

O Senhor explica-nos a Sua Doutrina através de belas parábolas. Escutemo-lO e cumpramos a Sua vontade.

Continuamos hoje com a leitura do discurso das parábolas no capítulo 13 de S. Mateus. A parábola do trigo e do joio envolve tanto a denúncia da intolerância como a do relativismo; o mal e o erro existem, mas a verdade e o bem acabarão por prevalecer.

25 «Joio» era uma planta muito parecida com o trigo, com que facilmente se confunde antes de brotar a espiga. Misturado em certa quantidade, envenena o pão e produz graves náuseas e enjoos. Semearcizânia entre o trigo era um caso de vingança pessoal não rara então, um crime previsto e punido pelo Direito Romano.

29-30 A resposta do dono do campo encerra a lição da parábola: «deixai-os ambos crescer ambos até à ceifa». Deus permite o mal no mundo e dentro do campo da própria Igreja, mas há de suprimi-lo definitivamente. Ninguém se escandalize, pois, com a existência do mal, pois com o juízo divino, depois da morte (a ceifa), os que praticaram o bem (trigo) irão para o Céu (simbolizado no celeiro) e os que praticaram o mal (joio) irão para o Inferno (simbolizado no fogo).

31-32 O «grão de mostarda» – uma pequenina semente que mal se vê – é a pregação do Evangelho e a Igreja. Um homem é Jesus; o seu campo é o mundo. A Igreja (Reino dos Céus) tem uns começos muito modestos, mas em breve se estende pelo mundo todo. A Igreja é católica, universal, destina-se a todos os homens de todas as raças, classes, culturas, de todas as latitudes e de todos os tempos. A mostarda (sinapis nigra) é um arbusto ainda hoje muito abundante na Palestina e que pode chegar a atingir 3 ou 4 metros de altura.

33 A parábola do «fermento» mostra como o Evangelho vai transformando todo o mundo – «a massa» – de modo invisível, lento mas progressivo; deixa ver como a Igreja vai convertendo à fé todos os povos. O fermento é também uma expressiva imagem do que o cristão tem de ser no mundo: sem se deixar dessorar, deve ir conquistando com o seu exemplo e com a sua palavra os que o rodeiam para Cristo, e ir imbuindo do espírito de Cristo todas as realidades humanas, a cultura e as próprias estruturas da sociedade, sem as instrumentalizar nem clericalizar.

Sugestão para reflexão

Jesus é o nosso Salvador

Por mistérios da insondável misericórdia de Deus, Jesus veio à Terra, há dois mil anos, para salvar a humanidade. Viveu normalmente como qualquer pessoa. Sofreu o abandono, logo ao nascer, por ser pobre. Sofreu o drama do exílio no Egito por Herodes o querer matar. Trabalhou em casa de Seus pais, ajudando-os. Rezou continuamente em toda a vida.

Os últimos três anos da Sua existência terrena passou-os na pregação. Deu vista aos cegos, fez ouvir os surdos, curou os doentes, ressuscitou até os mortos, enquanto anunciava o reino de Deus, muitas vezes através de parábolas (Evangelho).

Depois – oh maldade e ingratidão dos homens! – foi condenado injustamente à morte, sendo pregado na Cruz por nosso amor. Ressuscitou glorioso na manhã do Domingo de Páscoa. Confirmou os Apóstolos na Fé e enviou-os a anunciar a Boa Nova da Salvação ao Mundo.

Fonte: presbiteros.com.br

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
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