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O Juiz cruel e a Viúva - Parábola Igreja Católica

Parábola do Juiz cruel e a Viúva (Lc 18,1-8)

Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo. Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma. Na mesma cidade vivia também uma viúva que vinha com freqüência à sua presença para dizer-lhe: Faze-me justiça contra o meu adversário. Ele, porém, por muito tempo não o quis. 


Por fim, refletiu consigo: Eu não temo a Deus nem respeito os homens; todavia, porque esta viúva me importuna, far-lhe-ei justiça, senão ela não cessará de me molestar. Prosseguiu o Senhor: Ouvis o que diz este juiz injusto? Por acaso não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que estão clamando por ele dia e noite? Porventura tardará em socorrê-los? Digo-vos que em breve lhes fará justiça. Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?

Vamos refletir:

O inicio do texto bíblico já nos mostra de maneira bem clara o resumo de todo o ensinamento que traz a parábola, “orar sem cessar”, não esmorecer diante das dificuldades, não se deixar abater pelo mais forte ou ceder ao desespero ao ponto de desconfiar da providência do Pai.

É de suma importância que nossa vida seja pautada na fé incondicional, que o nosso apego a Jesus e seu projeto de vida eterna, seja superior a todas as perturbações do dia-a-dia. Mas para que tenhamos a confiança plena de que Deus, na hora certa virá ao nosso auxilio é preciso que como o Apóstolo Paulo, sejamos um só com Cristo. “Eu vivo, mas não eu: é Cristo que vive em mim. Minha vida atual na carne, eu a vivo na fé, crendo no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. (Gálatas 2,20) E com certeza só conseguiremos essa intimidade através da oração e do contato diário com a Palavra de Deus.

Nossa história é contada do v.2-5, que tal traçarmos um paralelo entre os fatos e personagens da parábola e de nossa vida, será que existe algo ligando o passado ao presente ou será que o passado é tão presente que chega a se fundir, vejamos:

v.2 “o Juiz” – Será que hoje esse juiz não existe na pessoa do governante que se recusa a dar solução ao sofrimento do povo, ou do empresário que só visa seu lucro, ou quem sabe de nós mesmos quando fechamos os olhos para os nossos irmãos.

v.3 “a Viúva” – A figura da viúva está bem visível que na atualidade é todo aquele que luta, não só por direitos sociais, mas para a construção de um mundo melhor, mais fraterno, mais harmonioso, o mundo ao qual Jesus veio instituir. “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”. (João 10,10)

vv.4-5 “a vitória” – O juiz cedeu não por compaixão mas por egoísmo, - queria se ver livre do problema - contudo isso serve para nos mostrar que a persistência, a confiança, e a disposição de continuar lutando para alcançar nosso objetivo, sempre irá levar a vitória, se não pela conversão que seja pelo cansaço.

Nos vv.6-7 “Deus é misericórdia” - Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu... (Lucas 11,13) Jesus de maneira direta nos dá o conforto de que precisamos, Deus não despreza os seus, ele está apenas esperando que nos joguemos em seus braços.

Finaliza Jesus no v.8 deixando bem evidente que haverá um julgamento onde será separado “justo de injusto”, “joio de trigo” e conclui seu ensinamento perguntando:

“Você está preparado para me receber?”.

Texto: Ricardo e Marta
Foto retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
Crendo e ensinando o que crê e ensina a Santa Igreja Católica

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