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Fé viva, o poder da Eucaristia - Questão de Fé

Ano 1880 em San Luis, povoado não muito distante de Mahón (Espanha), vivia uma viúva chamada Juana Cardona Vinent.

Essa mulher cristã, embora de humilde condição e desconhecida nos fastos da história, tem seu nome escrito com letras de ouro no Livro da Vida, porque exerceu um verdadeiro apostolado entre a gente do povoado, servindo-se para isso de um bar que tinha aberto como único alívio de sua pobreza.

Nesse bar, em que as pessoas também tomavam refeições, evitou muitos pecados, e jamais permitiu que se infringisse o preceito da abstinência de carne imposto pela Igreja, chegando a mandar embora, com varonil firmeza, os fregueses que pretendiam desobedecer tal preceito.


Aos cinquenta e nove anos de idade lhe sobreveio uma grave enfermidade do estômago, que não lhe permitiu alimentar-se mais do que com caldo de pescado; e depois de vinte anos de sofrimentos suportados com admirável paciência e resignação, se agravou ainda mais seu estado, em consequência de um golpe de ar que a deixou encurvada, sem poder ficar ereta nem olhar para o céu.

Corria o ano de 1880, e a pobre mulher fazia já oito meses que estava de cama sem poder se mover. Como se aproximava a festa de Corpus Christi, sentiu na alma grande fé e confiança de que o Senhor poderia curá-la. Rogou, pois, aos vizinhos que a descessem à porta da rua quando passasse a procissão, e mandou pedir ao sacerdote que levava o Santíssimo Sacramento que, quando passasse junto dela, aproximasse um pouco a Custódia, para adorar Jesus na Hóstia sacrossanta.

Presente estava todo o povo, compadecido do triste estado da mulher. Mas eis que no momento crítico de dirigir-se o sacerdote com a sagrada Hóstia para a porta da casa onde jazia a enferma, com grande surpresa e admiração da multidão verificou-se o instantâneo prodígio de ficar ela completa e radicalmente curada de sua dupla enfermidade, sendo testemunhas de tão grande maravilha todo o povo e o pároco D. Pedro Pons Banza, que estava conduzindo o Santíssimo Sacramento.

Viveu ainda dez anos depois disso, sem experimentar a menor dor, e comendo como nos dias de sua juventude. Dormiu, por fim, o sono dos justos em 1890, com a idade de noventa anos.

Fonte: Assoc. Apostolado do Coração de Jesus
Foto retirada da internet caso seja o autor, por favor, entre em contato para citarmos o credito.

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Ricardo Feitosa e Marta Lúcia
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Comentários

  1. Que as benção de Maria sejam estendidas por todos que a Ela recorrem e por todos que não a tem por Mãe, Sacrário primeiro. Que a dama pobreza seja minha terna esposa e companheira; e Cristo Eucarístico nosso Pai e eterna riqueza.

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